segunda-feira, 23 de agosto de 2010

MANIFESTO DA GUERRILHA CULTURAL


Princípios:

  • Cultura como fator de desenvolvimento e sustentabilidade;
  • Arte e Cultura para exportação;
  • A Cultural como afirmação da identidade de um povo;
  • Valorização do turismo cultural em parceria com artistas do estado.

Inspirado nas tradições das revoltas libertárias de Pernambuco, nos lanceiros de Maracatu Rural, nos guerreiros do Caboclinho, nos desafios do Cavalo Marinho e tantos outros. Surgiu à ideia, ao Grupo João Teimoso, de montar um projeto, que tem o nome de “Guerrilha” com ações simultâneas e descentralizadas em diversos locais, onde o ponto alto é a valorização da cultura do município e do estado, estimulando o turismo cultural e a exportação da nossa cultura, gerando emprego e renda. A iniciativa é também reforçada pela história de luta do Grupo João Teimoso que, desde sua fundação, busca uma polícita cultural mais democrática, nos âmbitos municipal, estadual e federal, tendo presença constante nas principais discurssões, nos três níveis de governo, sem tendência nem linguagens especificas, visando a prática do diálogo aberto e franco entre os diversos artistas e setores da cultura pernambucana, pelo fortalecimento da nossa cultura.

De acordo com a carência de formação técnica, seja ela de formação, organização ou estruturação formal de grupos e companhias, através do Guerrilha Cultural o Grupo João Teimoso visa fortalecer cada vez mais a cultura pernambucana, formando novos consumidores e na busca de fortalecer o movimento cultural do Estado, em prol de uma verdadeira organização, fortalecimento, independência profissional e financeira daqueles que vivem da cultura, nos seus segmentos artísticos. Criando empregos e renda com a arte e a cultura, vista como produto de exportação e identidade de um povo, alcançaremos o fortalecimento da cultura dos municípios e, consequentemente, de Pernambuco como produto de exportação, levando a imagem e identidade do estado além de nossas fronteiras.

O Grupo João Teimoso já vem produzindo, aos poucos, o projeto Guerrilha Cultural – desde janeiro/2009 -, visando difundir e desenvolver a cultura pernambucana nas suas diversas linguagens artísticas, através de eventos descentralizados como oficinas, shows e ações afirmativas; visando divulgar e valorizar as linguagens artísticas pernambucanas, além de estimular a organização dos artistas como empresas, redes e/ou cooperativas. Formando parcerias com o governo do estado, prefeituras e iniciativa privada, com o objetivo de aumentar a área de atuação e o número de usuários atendidos pela cultura, bem como as parcerias com novos grupos culturais. O desenvolvimento do projeto de Guerrilha Cultural vem se dando na aréa de formação, estando atrelada à história do grupo, que nestes últimos 10 anos, sempre contribuiu no desenvolvimento profissional de novos artistas. No final de 2009, o Grupo deu inicio ao SARAU DAS ARTES – que ocorre quinzenalmente no bairro do Pina.

Através deste projeto, procuramos chamar a atenção dos nossos gestores pela carência e nessecidade da prática de uma real Guerrilha Cultural, de forma a atingir, simultaneamente, os diversos pontos da cadeia produtiva do Estado, além de ampliar o raio de atuação da cultura, se baseado, para isso, em algumas metas e pontos estratégicos.

Todo material impresso, seja ele didático ou de divulgação, conterá a marca do projeto (assim como já vem sendo feito nos cursos ministrados pelo João Teimoso), como forma de fortalecimento da identidade visual do projeto, com as diversas atividades e parcerias criadas neste.

Pontos Estratégicos:

1. FORMAÇÃO: Oficinas e Cursos realizados por profissionais;

2. ORGANIZAÇÃO: Criação de Empresas, Redes e/ou Cooperativas (apoio para os grupos permanentes de cada localidade);

3. DIFUSÃO: Formação de Platéias, Consumidores e Divulgação Interna e Externa (Saraus, shows, parcerias, apoios, excursões e apresentações).

TENHA ATITUDE! JUNTE-SE A NÓS E FAÇA PARTE DA GUERRILHA CULTURAL!!!

Grupo João Teimoso

(Espaço Cultural João Teimoso, Grupo de Teatro João Teimoso, Borba Neto Produções Artísticas, Agência de Talentos de Pernambuco e Cia de Danças João Teimoso)

E-Mail: diretoria@joaoteimoso.com.br

Boletim: http://boletimjoaoteimoso.blogspot.com/

Site: www.joaoteimoso.com.br






quinta-feira, 12 de agosto de 2010

OS FUZIS DA SENHORA CARRAR

A montagem de “Os Fuzis da Senhora Carrar”, de Bertolt Brecht é um desdobramento da pesquisa cultural Transgressão em Três Atos, realizada pelos jornalistas Cláudio Bezerra, Alexandre Figueirôa e Stella Maris Saldanha.

A pesquisa teve como foco três grupos teatrais do Recife: o Teatro Popular do Nordeste (TPN), o Teatro Hermilo Borba Filho (THBF) e o Vivencial Diversiones.

O objetivo dos pesquisadores, além de resgatar e contextualizar a história desses grupos, foi interligá-los pelo viés da transgressão, uma vez que, cada um deles, à sua época e a seu tempo, foi importante marco das rupturas ideológicas, estéticas e de costumes verificadas na cena teatral e cultural de Pernambuco.

A idéia, que começa a se concretizar com a montagem de “Os Fuzis da Senhora Carrar”, é tirar a pesquisa do papel e, de certa forma, dar a ela vida no palco. Para cada um dos grupos pesquisados pretendemos destinar uma montagem. Para isso escolhemos peças que tenham sido montadas originalmente pelo THBF, TPN e Vivencial e que tenham se tornado referência das escrituras cênicas desenvolvidas por esses grupos.

É exatamente o caso de “Os Fuzis da Senhora Carrar”, encenada pelo THBF em 1978, com direção de Marcus Siqueira e premiada pelo Serviço Nacional de Teatro como o melhor espetáculo do ano em Pernambuco. Na montagem atual a peça tem direção de João Denys, cuja concepção cênica do espetáculo dialoga com a concepção cênica de Marcus Siqueira, de 32 anos atrás.

Isto o que pretendemos: provocar a interlocução entre a cena teatral contemporânea e as escrituras cênicas que, em dada época, notabilizaram o teatro pernambucano, provocando rompimentos normativos, deslocamentos ideológicos e propondo novas formas de se pensar a arte.

Agora montamos “Os Fuzis”, projeto, assim como a pesquisa Transgressão em Três Atos, contemplado pelo Funcultura. Na sequência pretendemos montar um espetáculo que faça referência ao TPN e outro ao Vivencial. Uma espécie de trilogia da transgressão, nos palcos pernambucanos.


O TEXTO

“Os Fuzis da Senhora Carrar”, peça escrita em 1937 por Bertolt Brecht, está entre os principais textos do dramaturgo alemão, encenado e estudado no mundo inteiro. De caráter antiilusionista, o texto trás à cena aquela que foi uma das maiores preocupações de Brecht, causa e razão da sua obra; as situações de conflito coletivo.

Ambientada durante a guerra civil espanhola (1936-1939), a peça, a partir de um drama familiar, discute, antagonizando idéias, a neutralidade e o posicionamento político. Uma viúva de pescador, a Senhora Carrar, tenta salvar seus filhos da morte mantendo-se neutra numa Espanha banhada em sangue e sob a mira dos generais. Dores pessoais e sofrimentos coletivos misturam-se, brigam, rivalizam personagens atordoados por uma guerra cruel.


O THBF

O Teatro Hermilo Borba Filho nasceu, oficialmente, no dia 08 de maio de 1976, tendo como fundador o diretor Marcus Siqueira. Surgiu como uma extensão do Teatro Novo do Recife, também criado por Siqueira, e cuja estréia se deu em 04 de outubro de 1968, no Anexo do Palácio Episcopal dos manguinhos, com a peça “O Doente Imaginário”, de Molière. Na época, Dom Hélder Câmara era o arcebispo de Olinda e Recife e deu total apoio à experiência teatral instalada nas dependências da Igreja.

Desde a sua estréia, em outubro de 1968, ainda como Teatro Novo do Recife, até a data de sua extinção, em 1981, o THBF montou 26 espetáculos, entre textos adultos e infantis. Sua trajetória, sua proposta cênica e seu alinhamento político, colocando-se como coletivo de resistência à ditadura militar vigente à época no Brasil, fizeram do grupo importante referência do teatro pernambucano.

Assumiu abertamente o papel que, de certa forma, fora transferido à literatura e às artes cênicas, quando a imprensa brasileira foi amordaçada pela censura. Nos anos mais difíceis, com os jornais, as rádios e as televisões silenciadas, e até mesmo o mercado fonográfico tutelado pelos censores, coube aos escritores e aos artistas, e não mais aos jornalistas, a denúncia das arbitrariedades e da violência que se praticava nos porões da ditadura. É nesse contexto que o THBF se insere como um dos bastiões da resistência cultural e política no estado.

Heitor Rocha, cientista político entrevistado pela jornalista Stella Maris Saldanha durante a realização da pesquisa Transgressão em Três Atos, deu o seguinte depoimento sobre o papel do THBF nos anos da ditadura: “Era um medo danado nos anos 70. Pessoas estavam sendo torturadas e mortas de qualquer jeito. (...) Mas espaços de oxigenação, como o Teatro Hermilo Borba Filho, foram mantidos. O Hermilo, aliás, destacava-se pelo seu compromisso político. Como espaço de resistência ao regime não tinha comparação com os outros grupos”.

No plano estético era um teatro comedido, despojado, de marcas simples. Um teatro essencializado que sobreviveu à margem da capitalização das produções artísticas, metabolizando em linguagem cênica aquilo que lhe faltava em recursos materiais. Seu criador, Marcus Siqueira, defendia uma escritura cênica rigorosamente amparada na força do ator. Era ele, o ator, a luz fulgurante do teatro. Tudo o mais era acessório que poderia, ou não, ser utilizado. É de Marcus a frase: “Teatro para nós é, cada vez mais, um palco, um ator e uma paixão”.


A NOVA MONTAGEM DE OS FUZIS DA SENHORA CARRAR

Direção: João Denys.

No elenco estão:

Stella Maris Saldanha (Senhora Carrar)

Roger Bravo (José)

Eduardo Diógenes (Voz do General)

José Ramos (Operário)

Ailton Brito (Ferido, Pescador 1, Juan)

Evandro Antonio (Ferido, Pescador 2)

Karina Falcão (Manuela, Mulher)

Alfredo Borba (Padre)

Socorro Albino (Senhora Perez, Mulher)

Antonio Marinho (Pescador 1, Juan)


Incentivo: Funcultura – Fundarpe – Governo de Pernambuco

Produção Executiva: Página 21 – (81) 3421 7180

pagina21@pagina21.com.br


Estréia: 14 de agosto próximo, na lua nova.

Temporada: de 14/08 a 19/09, sábados e domingos, às 18h no Teatro Hermilo Borba Filho.

domingo, 8 de agosto de 2010

AGOSTO É DO 8º FESTIVAL ESTUDANTIL DE TEATRO E DANÇA


Realizado pelo produtor Pedro Portugal, com incentivo do Funcultura/Governo do Estado de Pernambuco e Sistema de Incentivo à Cultura da Prefeitura do Recife, através do Hospital São Marcos, o evento aposta em revelar talentos das artes cênicas oriundos de escolas públicas e particulares, universidades e cursos livres de teatro e dança de vários municípios pernambucanos. Nesta edição, a novidade fica por conta da promoção de duas oficinas gratuitas na área de dança (para participantes do festival e o público em geral) – “Dança Popular em Cena Contemporânea”, com o coreógrafo, bailarino e professor de dança Alexandre Macedo, e “Reflexões e Instrumentos: Processo de Ensino/Aprendizagem Para a Criação em Dança”, com o coreógrafo, bailarino e arte educador Paulo Henrique Ferreira (ambas já com participantes selecionados), e a divisão, na categoria teatro, entre espetáculos de grupos novatos e um pouco mais experientes, estes últimos com debate após a apresentação. O FETD é competitivo e a entrega dos troféus acontecerá, em grande estilo, no Teatro de Santa Isabel, dia 29 de agosto, às 19h, com convidados especiais como atrações de teatro e dança. A homenagem desta edição será dedicada às diretoras do Studio de Danças, Ruth Rozenbaum e Lúcia Helena Gondra e ao diretor de teatro José Manoel. Maiores informações: (81) 9646 6488 ou 3222 0025 / 9292 1316

PROGRAMAÇÃO TEATRAL*

*Horários diferenciados. Todas as apresentações acontecerão no Teatro Apolo (Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife. Tel. 3355 3118), ao preço de R$ 5 (cinco reais – preço único promocional para todos os públicos).

GRUPOS INICIANTES

Dia 12 de agosto (quinta-feira), 18h30, no Teatro Apolo

Hora de Ascenso

Núcleo de Pesquisa em Teatro da 3ª Idade e SESC de Santo Amaro (Recife)

Dia 12 de agosto (quinta-feira), 20h30, no Teatro Apolo

Erêndira

Espaço Muda (Recife)

Dia 13 de agosto (sexta-feira), 18h30, no Teatro Apolo

Caminhos – O Início e o Fim...

Cia. Jarbas de Teatro, Cia. Só de Teatro e Escola Ministro Jarbas Passarinho (Camaragibe)

Dia 13 de agosto (sexta-feira), 20h30, no Teatro Apolo

Desejo de Desejo

Cia. Teatral Encenartte e Escola Professor Jordão Emerenciano (Recife)

Dia 14 de agosto (sábado), 16h30, no Teatro Apolo

Bandeira de São João

Trupe Cênica Candelabro e Colégio Projeção (Vitória de Santo Antão)

Dia 14 de agosto (sábado), 19h, no Teatro Apolo

O Meu Pequeno Príncipe

Grupo de Teatro e Dança ACACI – Associação de Cultura e Arte Cidadã (Jaboatão dos Guararapes)

Dia 15 de agosto (domingo), 16h30, no Teatro Apolo

A Revolta dos Bichos

Grupo de Teatro da Escola Municipal Dr. Manoel Borba (Tupanatinga)

Dia 15 de agosto (domingo), 20h30, no Teatro Apolo

Público

Grupo Arteiros de Iniciação Teatral e Colégio Conhecer (Recife)

Dia 16 de agosto (segunda-feira), 18h30, no Teatro Apolo

Sonhador

Grupo de Teatro C.A.B. Em Cena e Colégio Americano Batista (Recife)

Dia 16 de agosto (segunda-feira), 20h30, no Teatro Apolo

Batente

Corpos Abá e Associação de Apoio a Criança e ao Adolescente (Recife)

Dia 17 de agosto (terça-feira), 18h30, no Teatro Apolo

O Mistério das Figuras de Barro

GAMECT – Grupo AMEC de Teatro Jurandir Bezerra e Academia Metropolitana de Educação e Cultura (Igarassu)

Dia 17 de agosto (terça-feira), 20h30, no Teatro Apolo

1, 2, 3, Esquerda Vou Ver!

Grupo de Teatro e Dança ACACI – Associação de Cultura e Arte Cidadã (Jaboatão dos Guararapes)

Dia 18 de agosto (quarta-feira), 18h30, no Teatro Apolo

Um Dia Em Que a Terra Sumiu!

AD Produções Artísticas e Escola Divina Providência (Jaboatão dos Guararapes)

Dia 18 de agosto (quarta-feira), 20h30, no Teatro Apolo

Quando o Amor Vem ao Coração

Escola Municipal Paulo Freire/Programa Escola Aberta (Cabo de Santo Agostinho)

GRUPOS VETERANOS*

* Com debate após cada apresentação.

Dia 19 de agosto (quinta-feira), 19h, no Teatro Apolo

A Canção de Assis

Grupo de Teatro Cena Aberta e SESC Caruaru (Caruaru)

Dia 20 de agosto (sexta-feira), 19h, no Teatro Apolo

Omelete Verde

Grupo de Teatro Macambira e Academia Santa Gertrudes (Olinda)

Dia 21 de agosto (sábado), 16h30, no Teatro Apolo

O Fantástico Mistério de Feiurinha

Grupo Diocesano de Artes e Colégio Diocesano (Garanhuns)

Dia 22 de agosto (domingo), 19h, no Teatro Apolo

Guerra dos Sexos

Cia. de Teatro FALAZ e Universidade de Pernambuco – UPE/Campus Nazaré da Mata (Nazaré da Mata)

Dia 23 de agosto (segunda-feira), 19h, no Teatro Apolo

O Cavalinho Azul

Grupo de Teatro Dose Humana e Colégio Marista São Luís (Recife)

Dia 24 de agosto (terça-feira), 19h, no Teatro Apolo

Willi na Terra dos Meninos Invisíveis

Grupo Teatral Se Der Certo Continua e Escola Municipal Casa dos Ferroviários (Recife)

Dia 25 de agosto (quarta-feira), 19h, no Teatro Apolo

Comediano, o Cômico Cotidiano de Todos os Dias

Retetel Produções, Cia. de Teatro Los Magros em La Cena e Escola Ministro Jarbas Passarinho (Camaragibe)

Dia 26 de agosto (quinta-feira), 19h, no Teatro Apolo

Ganga, Meu Ganga – O Rei

Grupo Teatral Ariano Suassuna e Escola Santos Cosme e Damião (Igarassu)

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PROGRAMAÇÃO DANÇA*

*Sempre às 19h, no Teatro Barreto Júnior (Rua Estudante Jeremias Bastos, s/n, Pina. Tel. 3355 6398), ao preço de R$ 5 (cinco reais – preço único promocional para todos os públicos).

Dia 26 de agosto (quinta-feira), 19h, no Teatro Barreto Júnior

MOVIEmento (Um e Dois Companhia de Dança e Colégio e Curso João Paulo I – Jaboatão dos Guararapes)

Mescla (Contra Passos Cia. de Dança e Escola João Pessoa Guerra – Igarassu)

Comando em Movimento (Fenômenos de Rua e Escola Elizeu Araújo – Pesqueira)

Cristine J. (Núcleo de Formação em Dança/Espaço Experimental – Recife)

O Segredo do Movimento (Grupo de Dança Espaço Cultural e Ginásio de Esportes e Lazer Geraldo Magalhães – Recife)

Redescobrindo Alice (Circo da Trindade/Núcleo Espaço Experimental – Recife)

Capoeira (Centro de Capoeira São Salomão – Recife)

Occultu (Grupo Sete & 8 de Dança Contemporânea e Núcleo de Formação em Dança/Espaço Experimental – Recife)

(intervalo)

A Nova Que a Bossa Tem (Grupo de Dança Arte em Movimento e Instituto Federal de Pernambuco – Recife)

As Bonecas (Grupo de Dança Andança e Colégio Marista São Luís – Recife)

Para te Esquecer (Universidade de Pernambuco – Recife)

Complementos (Paralelo Cia. de Dança e Escola Professor Jordão Emerenciano – Recife)

Rainhas do Egito (Grupo de Teatro SPG e Escola de Referência em Ensino Médio Senador Paulo Pessoa Guerra – Recife)

Nambuco Vitalindo (Grupo de Dança Decisão e Colégio Decisão – Recife)

Cotidiano (Holus de Dança e Escola Municipal Antônio Luiz de Souza – Camaragibe)

Muito Obrigado, Axé (Grupo de Dança da FAFIRE – Recife)

Dia 27 de agosto (sexta-feira), 19h, no Teatro Barreto Júnior

Audição (Cia. MU-Danças e Universidade Federal de Pernambuco – Recife)

Parte Por Parte (Equipe de Dança e Colégio Equipe – Recife)

NORTES: Maracá...Tus! (Grupo Nortes Cia. de Dança e Escola Estadual Santos Cosme e Damião/Programa Escola Aberta – Igarassu)

Vida Urbana (Grupo Contemporâneo Motivo e Colégio Motivo – Recife)

Sapateado Tem Rima (Projeto Sapateando – Recife)

Contraponto (Grupo de Dança Pantomima e Colégio Equipe – Recife)

Brasil Superação na África (Colégio Menino Jesus – Paulista)

Encontro (Grupo de Dança Arte em Movimento e Instituto Federal de Pernambuco – Recife)

(intervalo)

Suíte Juvenil (Grupo Juvenil Studio de Danças – Recife)

Vasos (Cia. de Dança Evangélica SHAMMAH e Igreja Evangélica Batista em Águas Compridas – Olinda)

Teus Vícios... Meu Deboche (A Sós Cia. de Dança e Associação dos Moradores da UR-03 – Recife)

Laços (Pré Grupo de Dança e Colégio NAP – Recife)

Respeitável Público (Colégio Motivo – Recife)

Sintonia (Grupo NAP de Dança e Colégio NAP – Recife)

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PREMIAÇÃO

Dia 29 de agosto (domingo), 19h, no Teatro de Santa Isabel

Com algumas atrações convidadas

Ingresso: R$ 5 (preço único)