sexta-feira, 18 de setembro de 2009

A CULTURA NA PAUTA DO CONGRESSO NACIONAL

A Cultura está em foco no Congresso Nacional e cabe a nós artistas, nos mobilizarmos em favor das PECs e PLs que estão na pauta de votação, para que nossos deputados e Senadores, apoiem e votem a favor da nossa CULTURA. Os projetos são:

§ VALE CULTURA: Projeto de Lei que institui o Programa de Cultura do Trabalhador e cria o Vale Cultura (PL 5.798/2009).

O Vale Cultura é a primeira política pública governamental voltada para o consumo cultural. Os trabalhadores poderão adquirir ingressos de cinema, teatro, museu, shows, livros, CDs e DVDs, entre outros produtos culturais. O vale será similar ao conhecido tíquete-alimentação. Trata-se de um cartão magnético, com saldo de até R$ 50,00 por mês, por trabalhador, a ser utilizado no consumo de bens e serviços culturais. As empresas que declaram Imposto de Renda com base no lucro real poderão aderir ao Vale-Cultura e posteriormente deduzir até 1% do imposto devido.

Os trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos arcarão com, no máximo, 10% do valor (R$ 5,00). Os que recebem mais de cinco salários mínimos também poderão ter o benefício, desde que garantido o atendimento à totalidade dos empregados com proventos abaixo desse patamar. Para esse contingente de salário mais elevado o desconto do trabalhador poderá variar de 20% a 90%. A estimativa do Ministério da Cultura é que 12 milhões de brasileiros poderão ser beneficiados pelo Vale-Cultura. O consumo cultural no país pode aumentar em até R$ 600 milhões/mês ou R$ 7,2 bilhões/ano.

§ Nova Lei Rouanet - A Lei 8.313, popularmente conhecida pelo nome do então ministro da Cultura Sérgio Paulo Rouanet, define as formas como o governo federal deve incentivar a produção cultural no Brasil. Um Grupo de Trabalho formado pelo Ministério da Cultura analisou as cerca de 2 mil contribuições da consulta pública à Nova Rouanet. A versão final do projeto deverá ser enviada ao Congresso Nacional ainda este mês.

§ Mais recursos para Cultura - A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 150/2003 vincula 2% do orçamento federal, 1,5% do orçamento estadual e 1% do orçamento municipal para a cultura. Foi proposta em 2003 pelo deputado Paulo Rocha (PT-PA) e outros deputados. Atualmente aguarda apresentação do relator, deputado José Fernando Aparecido, na Comissão de Cultura.

§ Cultura como Direito Social - A PEC 236/2008, de autoria do deputado José Fernando (PV-MG), que pretende acrescentar a Cultura como direito social no capítulo II, artigo 6º da Constituição. No momento a admissibilidade da PEC está sendo examinada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

§ Sistema Nacional de Cultura - A PEC 416/2005, proposta pelo Deputado Paulo Pimenta (PT-RS), institui o Sistema Nacional de Cultura e altera o artigo constitucional que trata do patrimônio cultural brasileiro. Passou pela Comissão de Constituição e Justiça e desde 22 de abril deste ano aguarda decisão da Comissão Especial.

§ Plano Nacional de Cultura - O Projeto de Lei 6.835/2006 que institui o Plano Nacional de Cultura, documento que definirá as diretrizes para as políticas públicas de Cultura para os próximos 10 anos. Aguarda votação na Comissão de Educação e Cultura.

sábado, 12 de setembro de 2009

CIA DO ATOR NÚ FAZ RELEITURA DE HAMLET


Uma boa oportunidade para o público do Recife a partir deste sábado (12), no Teatro Barreto Júnior, é o espetáculo pernambucano “Encruzilhada Hamlet”, da Companhia do Ator Nu. É uma releitura do clássico de Shakespeare e uma das novidades desta adaptação é o destaque que os personagens dos coveiros ganham no texto, além das relações e tensões entre esses representantes do povo e o nobre príncipe. A platéia contempla a aparição, no interior de um túmulo de vidro, dos espíritos de Hamlet e do Coveiro. Como estátuas de mármore em um cemitério, inteiramente nuas e enterradas até o abdômen, as duas personagens encenam o conflito entre o grande e o pequeno, o rico e o pobre, o erudito e o ignorante.

Hamlet e o Coveiro são rejeitados pelos vermes, o primeiro pelo risco de estar envenenado e o segundo pela intimidade que possui com a terra. Num espaço exíguo, os dois têm de chegar a um pacto pela boa convivência. Essa tentativa de conciliação move as personagens, mesmo que, aqui, Hamlet esteja em franca desvantagem. Afinal, o Coveiro está em seu lugar de trabalho e, além do mais, considera-se o melhor coveiro do mundo. O príncipe, ao contrário, jamais imaginou em vida dividir com o subalterno seu descanso na morte. “São dois fantasmas, dois espíritos teatrais e só isso torna possível que estejam enterrados na mesma cova”, explica João Denys.

Com apoio do Funcultura e do Prêmio Fomento às Artes Cênicas da Prefeitura do Recife, “Encruzilhada Hamlet” é o terceiro trabalho da companhia, formada pelos atores Edjalma Freitas e Henrique Ponzi. Desde 2004, quando se uniram, os atores convidaram João Denys para dirigir o primeiro espetáculo do grupo. A partir de então, começaram uma pesquisa que teve como ponto de partida a peça “Hamletmachine”, do alemão Heiner Müller, também uma releitura do clássico shakespeariano.

Dando continuidade aos estudos de texto, os atores escreveram sua própria releitura do clássico, estudando as várias traduções, as versões cinematográficas e os estudos a seu respeito. Em 2009, começaram os ensaios para esta nova montagem.

O espetáculo poderá ser conferido no Teatro Barreto Jr., onde segue em temporada até 18 de outubro, sempre aos sábados e domingos, às 20h.

SERVIÇO
Espetáculo “Encruzilhada Hamlet”
Local: Teatro Barrto Jr. - Pina.
Data: de 12 de Setembro a 18 de Outubro. Sábados e Domingos, às 20h.
Ingressos: R$ 10 e R$ 5

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

MENINAS DE ENGENHO NO ESPAÇO COMPASSOS



“Vou contar três histórias de menina, três momentos de amor:
Menina Vida, Menina Flor e Menina Dor!”
Estradeira


Meninas de Engenho é uma narrativa poética que conta, através da voz suave de uma velha Estradeira, três histórias distintas do universo feminino: Menina Vida, uma jovem que vende seu corpo para sobreviver, mas sonha em reencontrar Vida, sua boneca de pano, perdida em meio ao asfalto e às sombras noturnas que a rodeiam; Menina Flor, uma adolescente que vive em sua janela uma longa espera por seu Príncipe Encantado; e Menina Dor, uma criança que vagueia sem rumo na estrada depois de ter perdido “três quartos de sua vida”.
O espetáculo marca os dez anos de existência do Grupo Engenho de Teatro e retoma em cena o diálogo com uma linguagem que vem sendo desenvolvida desde sua estréia com o espetáculo O Terceiro dia, obra inspirada no escritor mineiro João Guimarães Rosa.
A encenação é construída a partir de elementos simples e interpretações alicerçadas em uma pesquisa que alia o gesto sintético à fluência narrativa dos contadores de histórias, ninadas por uma música executada ao vivo, que dialoga estreitamente com a trama do texto.
O espetáculo tem o incentivo da Fundarpe, Governo de Pernambuco, através do Funcultura.


FICHA TÉCNICA:
Texto e encenação: Eron Villar
Direção Musical: Kleber Santana
Músicas: Alexsandro Souto Maior e Kleber Santana
“Ritmo e poesia da menina feia”, gentilmente cedida por Nô Stopa.
Cenário e figurinos: Wamberto Oliveira
Execução de figurinos: Sara Paixão
Execução de Cenário: Nagilson Lacerda e Sara Paixão
Maquiagem: Andréa Veruska e Gera Cyber
Confecção da boneca Menina Dor: Leila Leal
Iluminação: Luciana Raposo
Fotografia e imagens: Ângulo Vídeo Produções
Projeto gráfico: Bruno Ximenes
Oficina de Acordeon: Kleber Santana
Oficina de Manipulação de Formas Animadas: Andréa Veruska
Oficina de Contação de Histórias: Alexsandro Souto Maior
Produção Executiva: Grupo Engenho de Teatro
Produtora proponente: Verônica Dantas de Araújo

Atrizes, cantoras, instrumentistas e manipuladoras:
Andreza Nóbrega
Lane Cardoso
Vanessa Lins

Serviço:
Meninas de Engenho
Grupo Engenho de Teatro
Espaço Compassos
rua da moeda, 93 1º andar, recife antigo.
Quartas de setembro às 19h e 21h
1º de outubro (quinta) às 19h e 21h
Ingresso R$ 10,00
Meia R$ 5,00

VALE-CULTURA: AUDIÊNCIA PÚBLICA

A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, convida para a Audiência Pública que irá debater o Projeto de Lei (PL 5798/2009, do Poder Executivo) que institui o Vale-Cultura, na próxima segunda-feira, dia 14 de setembro, às 14h, no Auditório do Sindicato dos Bancários, no Recife.


A Audiência é uma das três que serão realizadas no país, para a escuta pública que subsidiará o relator do PL, o Deputado Federal Paulo Rubem Santiago (PE). Também estarão presentes os Secretários do MinC Roberto Nascimento, de Fomento e Incentivo à Cultura; Américo Córdula da Identidade e da Diversidade Cultural e Silvana Meireles, de Articulação Institucional; a Chefe da Representação Nordeste do MinC, Tarciana Portella; o Presidente da Funarte, Sergio Mamberti; o Presidente dos Fórum de Dirigentes Estaduais de Cultura do Nordeste, Márcio Meirelles (Secult BA) e a Presidente do Fórum de Secretários de Cultura das Capitais, Jandira Feghalli (Secult RJ).


O Vale-Cultura é a primeira política governamental voltada para o consumo cultural e possibilitará que empresas disponibilizem, mensalmente, um crédito de R$ 50,00 aos trabalhadores para que esses possam ter acesso aos bens e serviços culturais. O Governo Federal concederá renúncia fiscal de parte do valor dispendido para as empresas que aderirem à iniciativa, que também terá contrapartida do trabalhador, levando em consideração o orçamento familiar do mesmo. Estima-se que cerca de 12 milhões de brasileiros poderão ser beneficiados pelo Vale-Cultura, injetando recursos na ordem de 600 milhões de reais por mês ou 7,2 bilhões de reais por ano na economia da cultura.


Com o Vale-Cultura os trabalhadores poderão adquirir ingressos de cinema, teatro, museu, shows, além de livros, CDs e DVDs, entre outros produtos culturais.

(Maiores informações sobre o Vale-Cultura no sítio do MinC – www.cultura.gov.br ou na RR/NE MINC 81-3194.1300)


AUDIÊNCIA PÚBLICA

Segunda-feira, dia 14 de setembro, das 14h às 18h

Sindicato dos Bancários: Av. Manoel Borba, 564 – Boa Vista - Recife

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

OS TRÊS PORQUINHOS VOLTAM AOS PALCOS DO RECIFE


A peça que há anos faz o sucesso da garotada, Os três porquinhos volta aos palcos do Recife, desta vez no Teatro do Parque e fica em cartaz até o dia 18 de outubro.
Você já parou para pensar no futuro ou em que casa pretende morar? Os três porquinhos: Prático, Cícero e Heitor estão pensando nisso, mas cada um está construindo sua casa com um material diferente. Enquanto Prático, o mais correto dos irmãos, decide levantar sua moradia com tijolos e cimento, os outros dois preferem um abrigo de palha e madeira. Mas o Lobo Mau, mestre em disfarces, vai se aproveitar da invigilância de Cícero e Heitor.
Ficou curioso para saber como termina essa história? Então não perca tempo, o Teatro do Parque apresenta a peça Os três porquinhos sempre aos domingos, a partir das 16h30. O musical infantil mostra que a preguiça e viver a vida sem pensar no futuro pode trazer muitos problemas.
Tudo acontece numa floresta onde fantasia e realidade se misturam. Ah! E o final do espetáculo é recheado de surpresas. A montagem com adaptação de Reginaldo Zarpa e direção de Cleusson Vieira.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

NOVA TURMA DO CURSO DE TEATRO

Para quem não conseguiu vaga na nossa turma da manhã do curso de teatro, dia 26 de setembro começa o CURSO DE TEATRO ministrado pelo ator e diretor Oséas Borba Neto, pela bailarina e coreógrafa Conceição Silva e pela atriz e diretora Mônica Maria. Destina-se a jovens e adultos, iniciantes, modelos que pretendem aprender a arte da interpretação, ou simplesmente, para pessoas que desejam se soltar em público e conhecer um pouco mais sobre teatro, com noções de interpretação para cinema e tv. No programa estão: histórias do teatro, teorias teatrais, jogos e exercícios de interpretação, expressão corporal, técnicas vocais, Linguagem teatral X Linguagem diante das câmeras, entre outros. com duração de 06 meses, aos sábados das 16 ás 19 hs, valor R$ 40,00 (mensal);
O Espaço Cultural João Teimoso está localizado na Rua do Aragão, 27 – sala 04 no bairro da Boa Vista. Maiores informações no local ou pelo telefone (81)3231-5125 ou 8897-1513.
VAGAS LIMITADAS

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

COMEÇA HOJE O FESTIVAL ESTUDANTIL

VII Festival Estudantil de Teatro e Dança movimenta os teatros Apolo e Parque neste mês. O Evento começa hoje, quinta-feira, dia 13 de agosto, com 22 crianças e jovens surdos na montagem “A Pedra do Reino”, de Ariano Suassuna

O VII Festival Estudantil de Teatro e Dança, realizado pelo produtor Pedro Portugal, que no mês de junho em Brasília recebeu Moção de Aplauso do CNPC - Conselho Nacional de Política Cultural, ocupará dois teatros neste mês de agosto, o Apolo, com a programação teatral, de 13 a 19 e de 26 a 30; e o Parque, com dança, nos dias 22 e 23. O evento homenageia este ano Ivonete Melo, atriz e presidente do Sated/PE, e o ator, bailarino e coreógrafo Raimundo Branco, diretor da Compassos Cia. de Danças. Participam grupos ligados a escolas públicas e privadas e cursos de teatro e dança em todo o Estado. O objetivo é reunir conjuntos de estreantes nas artes cênicas em espetáculos adultos ou infanto-juvenis e coreografias nos mais diversos estilos. A produção do evento premiará com troféus ao final. Durante o festival, os ingressos vendidos antecipadamente são revertidos para o próprio grupo (do total de R$ 5 no preço único, R$ 4 vai para a produção do espetáculo e R$ 1 para a produção do evento). Na bilheteria, o valor fica em R$ 5, mas com renda para o evento. Patrocínio: Funcultura/Governo do Estado de Pernambuco e Prefeitura do Recife. Apoio: Sesc Pernambuco. Contato: festivalestudantil@gmail.com

PROGRAMAÇÃO TEATRO ADULTO E INFANTO-JUVENIL
No Teatro Apolo (Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife. Tel. 3232 2028). Ingresso: R$ 5 (preço único).

Dia 13 de agosto, às 18h30
A Pedra do Reino (Texto: Ariano Suassuna. Direção: Marco Bonachela e Soraya Fonseca. Realização: Companhia Teatral Mãos Em Cena e Centro Suvag de Pernambuco – Recife).

Dia 13 de agosto, às 20h30
Deu Com a Pleura! (Texto: Eduardo Gomes e Benedito Serafim a partir do livro homônimo de Gustavo Arruda. Direção: Benedito Serafim. Realização: Cia. de Teatro FALAZ e Escola Técnica Estadual Prof. Agamemnon Magalhães/ETEPAM – Recife).

Dia 14 de agosto, às 18h30
Cadê Meu Boi? (Texto: Java Araújo. Direção: Marcelo Rhwushansky. Realização: Cia. Teatral Minutos de Arte e Escola Municipal Dr. Cláudio Gueiros Leite – Cabo de Santo Agostinho).

Dia 14 de agosto, às 20h30
Tartufo (Texto: Molière. Adaptação e direção: Danielle Alves e Evânia Copino. Realização: Grupo de Teatro Matraca e Sesc Piedade – Jaboatão dos Guararapes).

Dia 15 de agosto, às 16h
Brincando, Acharemos a Casa (Texto adaptado da obra Baile do Menino Deus, de Ronaldo Correia de Brito e Assis Lima. Adaptação e direção: Jane de Britto. Realização: Escola Estadual Fernandes Vieira – Recife).

Dia 15 de agosto, às 18h30
Um Assunto Que Não é Brincadeira (Texto: Márcia Nazário e Grupo Baluarte de Alegria. Direção: Márcia Nazário. Realização: Grupo Baluarte de Alegria e ONG Geração Futuro – Chã de Alegria).

Dia 15 de agosto, às 20h30
A Água, o Rio, Tudo Está Por Um Fio! (Texto: Adriana Freitas e Grupo de Teatro Tubira-bá. Direção: Adriana Freitas. Realização: Grupo de Teatro Tubira-bá e ONG Geração Futuro – Pombos).

Dia 16 de agosto, às 16h
Pluft, o Fantasminha (Texto: Maria Clara Machado. Direção: Erineide Moreira e Paulo André. Realização: Grupo Oficen e Grupo Escoteiro Narciso Félix de Araújo/Escoteiros de Igarassu).

Dia 16 de agosto, às 18h30
A Viagem de Um Barquinho (Texto: Sílvia Orthof. Adaptação e direção: Ingrid Santtos e Hammai de Assis. Realização: Espaço Cultural Inácia Rapôso Meira – Recife).

Dia 16 de agosto, às 20h30
O Casamento de Fudência na Cidade de Pipas (Texto: Dayvton Almeida e Florinaldo Rufino. Direção: Dayvton Almeida. Realização: PreservARTE e Escola Doutor Sofrônio Portela – Moreno).

Dia 17 de agosto, às 18h30
Aluga-se Janela Para Suicidas (Texto: Izabela Farias e Trupe Arte & Vida. Direção: Jeferson Alves. Realização: Trupe Arte & Vida e Escola Municipal Prof. Ariosto Nunes Martins – Cabo de Santo Agostinho).

Dia 17 de agosto, às 20h30
Romeu e Julieta em Pleno Século XXI (Texto: Dany Brito. Direção: Magaly Mendonça. Realização: Escola Governador Barbosa Lima – Recife)

Dia 18 de agosto, às 18h30
O Reino Verde de Júlio (Texto: Anderson Abreu e Alexandro Silva. Direção: Anderson Abreu. Realização: Grupo Teatral Se Der Certo Continua e Escola Municipal Casa dos Ferroviários – Recife)

Dia 18 de agosto, às 20h30
Ex-Miseráveis (Texto: Eduardo Gomes. Direção: Benedito Serafim. Realização: Cia. de Teatro FALAZ e Escola Técnica Estadual Prof. Agamemnon Magalhães/ETEPAM – Recife)

Dia 19 de agosto, às 18h30
Conto às Avessas (Texto: Grupo Teatral Ariano Suassuna. Direção: André Ramos e Albanita Almeida. Realização: Grupo Teatral Ariano Suassuna e Escola Santos Cosme e Damião – Igarassu).

Dia 19 de agosto, às 20h30
Sem Fio (Perto do Fio, Longe do Coração) (Texto: Josicleybson Alex. Direção: Jefferson Nascimento. Realização: Cia. do Riso – Recife)

(***)

Dia 26 de agosto, às 18h30
O Vôo do Cavalo do Cão (Texto: Racine Santos. Direção: André Ramos e Albanita Almeida. Realização: Grupo Teatral Ariano Suassuna e Escola Santos Cosme e Damião – Igarassu).

Dia 26 de agosto, às 20h30
Qual Sua História, Maria? Qual Seu Sonho, José? (Texto: Romário Henrique e Grupo Zum, Zum, Zum Danado. Direção: Romário Henrique. Realização: Grupo Zum, Zum, Zum Danado e ONG Geração Futuro – Lagoa de Itaenga).

Dia 27 de agosto, às 18h30
DEclaro! (Texto: David Ives. Adaptação e direção: Inaê Veríssimo. Realização: Hipérion Escola de Arte – Recife).

Dia 27 de agosto, às 20h30
Cinema Mudo (Roteiro e direção: Gabriela Cabral. Realização: Grupo de Teatro Macambira e Academia Santa Gertrudes – Olinda).

Dia 28 de agosto, às 18h30
Vestido de Noiva (Texto: Nelson Rodrigues. Direção: Taveira Júnior. Realização: Grupo de Teatro da Aliança Francesa – Recife).

Dia 28 de agosto, às 20h30
Por Onde Andas Longe de Mim? Ou A Caverna é Escura Demais (Texto e direção: Ivan Ferreira. Realização: Grupo de Iniciação Teatral Arteiros e Colégio Conhecer – Recife).

Dia 29 de agosto, às 16h
O Pequenino Grão de Areia (Texto: João Falcão. Direção: Sílvio Pinto. Realização: Grupo Recanto de Teatro e Escola Recanto – Recife).

Dia 29 de agosto, às 18h30
A Estranha Fórmula do Doutor Rugga (Texto: Carlos Janduy. Direção: Sandra Albino. Realização: Grupo Diocesano de Artes e Colégio Diocesano – Garanhuns).

Dia 29 de agosto, às 20h30
Mais Um Tiquim de Nós (Texto e direção: Carlos Janduy. Realização: Grupo Cênico Emanuel Tenório de Holanda e Colégio Diocesano – Garanhuns).

Dia 30 de agosto, às 16h
O Pequeno Grão de Areia (Texto: João Falcão. Adaptação e direção: Rafael Amâncio. Realização: Colégio Criativo – Caruaru).

Dia 30 de agosto, às 18h30
A Sociedade dos Globs (Texto e direção: Edinaldo Ribeiro. Realização: Grupo de Teatro Decisão e Colégio Decisão – Recife).

Dia 30 de agosto, às 20h30
A Ostra (Texto: Luiz de Lima Navarro. Direção: Edinaldo Ribeiro. Realização: Grupo de Teatro Decisão e Colégio Decisão – Recife).

PROGRAMAÇÃO DANÇA
No Teatro do Parque (Rua do Hospício, 81, Boa Vista. Tel. 3232 1553). Ingresso: R$ 5 (preço único).

Dia 22 de agosto (sábado), às 18h30
Passo (Coreografia: Ramalho Júnior e Érica Nunes. Direção: Ramalho Júnior. Realização: Espaço Maria Helena Marinho do Movimento Pró-Criança – Recife).

Anjo do Apocalipse (Criação e direção: Roberto de Souza da Conceição. Realização: Em Cena Arte e Cidadania – Recife).

Reencontro (Coreografia e direção: Viviane Lira. Realização: Grupo NAP de Dança e Colégio NAP – Recife).

Denotações (Coreografia: Allan Delmiro Barros. Direção: Paola Cristinne Barbosa. Realização: Grupo de Estudos de Dança da Universidade de Pernambuco/GEDUPE – Recife).

Nossa Forma de Dança (Coreografia: Claudineide Rodrigues. Direção: Erick Pinto. Realização: Esquadros Cia. de Dança e Escola Municipal Jardim Monte Verde – Recife).

10 Anos em Cena (Coreografia: Ketully Leal, Pollyana Machado e Natalice Santos. Direção: Ketully Leal. Realização: Em Cena Arte e Cidadania – Recife).

Pernambuco de Cores e Ritmos (Coreografia e direção: William Rodrigues. Realização: Ballet Popular Marista e Colégio Marista São Marcelino Champagnat – Paulista).

Em Busca da Fama (Coreografia e direção: Zélia Costa. Realização: Cia. de Dança Zélia Costa – Olinda).

(intervalo)

O Farfalhar das Araras (Coreografia e direção: Carolina de Amorim Lemos. Realização: Carolemos Dançarte Juvenil – Recife).

Forrozando (Coreografia e direção: Viviane Lira. Realização: Equipe de Dança Em Anexo e Colégio Equipe – Recife).

Morte e Ressurreição do Boi (Coreografia: Elaine Cristina. Direção: Erick Pinto. Realização: Grupo Artístico e Cultural Boi Ta Ta Tá e Escola Municipal Antônio Vieira de Melo – Recife).

Pas-De-Deux Raymonda (Coreografia: Marius Petipa e Nureyev. Adaptação: Inez Lima. Direção: Cecília Brennand. Realização: Ária Clássico – Jaboatão dos Guararapes).

Ao Cair da Tarde... (Coreografia e direção: Diorge Santos. Realização: Escola Municipal Antônio Luiz de Souza – Camaragibe).

Passos em Ebulição (Coreografia: Jorge Viégas e Alisson Lopes. Direção: Érika Alves. Realização: Erê Arte Cia. de Dança e Escola Municipal de Frevo Maestro Fernando Borges – Recife).

Violeta (Coreografia e direção: Carla Machado. Realização: Ária Espaço de Dança e Arte – Jaboatão dos Guararapes)

100 Anos de Vitalino: o Mestre dos Bonecos (Coreografia e direção: Jéssica Ferreira de Carvalho. Realização: Studio Compasso de Dança – Olinda).

Bonecas Venezianas (Coreografia e direção: Ana Elena Janovitz. Realização: Culturarte Cia. Jovem de Dança e Culturarte – Recife).

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Dia 23 de agosto (domingo), às 18h30
Danruti (Coreografia e direção: Adelmo Andrade. Realização: Balé Renascer e Accafi-Estrela Guia – Igarassu).

Encontros (Coreografia: Brenda Schettini. Direção: Ruth Rozembaum. Realização: Stúdio de Danças – Recife).

Negritude de Um Povo (Coreografia e direção: Conceição Silva. Realização: Cia. de Dança Facetas Nordestinas e Escola Mundo Infantil – Recife).

Gestuar (Coreografia e direção: Larissa Porto. Realização: Grupo de Dança do Colégio da Sagrada Família – Goiana).

Brasil, Uma Dança Africana (Criação e direção: Adelson Júnior. Realização: Cia. de Dança Arte Negra e Escola Municipal Arraial Novo do Bom Jesus – Recife).

Vitalino (Coreografia: Conceição Silva. Direção: Erick Pinto. Realização: Cia. de Dança e Teatro Luardat e Escola Municipal UR-1 – Recife).

Sonhos, Peripécias e Gargalhadas (Coreografia e direção: Black Escobar. Realização: Grupo de Dança Arte em Movimento do IFPE/Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – Recife)

(intervalo)


Festival das Flores (Coreografia: Jane Dickie. Direção: Mariana Marques. Realização: Stúdio de Danças – Recife).

Isocrônica (Coreografia: Viviane Moraes. Direção: Ana Elena Janovitz. Realização: Culturarte Cia. Jovem de Dança e Culturarte – Recife).

Negritude (Coreografia e direção: Eliana Vieira. Realização: Grupo de Dança Decisão e Colégio Decisão – Recife).

Ligações (Coreografia e direção: Larissa Porto. Realização: Colégio NAP Pré-Grupo de Dança – Recife).

Cabra da Peste (Coreografia: Lourival Santos. Direção: Genivaldo Francisco. Realização: Cia. Nordeste de Dança e Movimento Cultural Fazendo Arte – Recife).

Arsene (Coreografia e direção: Cristiane Barbosa e Débora Rocha. Realização: Sinopse Grupo de Dança e Escola Recanto – Recife).

Brincando de Bonecos (Coreografia e direção: João Vieira. Realização: Pé na Dança e Escola Municipal Professora Almerinda Umbelino de Barros – Recife).

Cultura Baiana (Coreografia: André Luiz e Mariana Marques. Direção: Mariana Marques. Realização: Grupo de Dança Badernagem e Escola Professor Jordão Emerenciano (Recife).